quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

- Você não sabe quanto eu desejei te ter aqui, assim...Ele soou tão sincero e seus olhos cintilavam tanto que Allayne sorriu e disse:
- Sabe, lá no Brasil nós temos um ditado que diz assim: quem espera sempre alcança.Chace riu e extinguiu a distância entre eles, a beijando lenta e desejosamente, enquanto suas mãos corriam toda a extensão do corpo dela, acariciando principalmente as partes que mais o atraíam, como as coxas, a barriga e os seios.
Ah, os seios! Ele desejara ardentemente por as mãos naqueles seios desde que a conhecera... E não só as mãos.
Lentamente, ele abriu o fecho do sutiã dela e adimirou aqueles seios descobertos por um segundo, antes de beijá-los. Beijava ora um, ora outro, acariciava também e a estava fazendo arfar e gemer baixinho ao pé de seu ouvido.
Ele então foi baixando os beijos pelo corpo dela, parando na barriga, para brincar com a língua em seu umbigo, mas as mãos continuavam a acariciar-lhe os seios. Depois ele despiu a calcinha dela lentamente com a boca, até deixá-la completamente nua.
Ela sorriu e deslizou as mãos até o elástico da cueca dele, sorrindo maldosamente ao arrancá-la com agilidade.
Então, estavam os dois nus, excitados e deitados em uma cama. O que fazer agora?
Chace se posicionou cuidadosamente para penetrá-la e enquanto a beijava, foi possuíndo-a, fundindo-se a ela, centímetro por centímetro, sem pressa alguma, ansioso para prolongar aquele momento.
E enquanto ele a tomava para si, ela revirava os olhos de prazer e se agarrava aos cabelos dele puxando com força.
Assim, eles entregaram-se completamente ao ato sexual, explorando seus corpos ao máximo possível.
Passaram a noite inteira acordados, fazendo o quê?
Adivinha!

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