terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Ligação urgente

- Fala, Geninho.
- Chuck, preciso urgente de você!!! Onde você se meteu? – ela respirou fundo – Não precisa nem responder que já sei que você está na casa do Kellan.
- Por que você precisa tanto de mim?
- Chace vai me fazer uma surpresa, me mandou preparar uma mala com roupas e biquínis porque vai me levar pra só Deus sabe onde e eu não sei o que levar!!
- Credo, Allayne. Nem parece que te conheço! Pega qualquer coisa, vocês provavelmente vão passar a maior parte do tempo nus mesmo – Kássia não conseguiu evitar um sorriso malicioso.
- Odeio quando preciso de você e sou ignorada completamente.
- Vou desligar. Tenho coisas mais importantes para fazer e você deveria estar separando sua melhor lingerie e comprando camisinhas. Beijos. Te amo, Ally.
E sem dizer mais nada, desligou. Quando se virou para Kellan, viu que ele estava rindo.
- Vocês duas são uma comédia, sabia?
- Sabia – ela disse passando a mão no cabelo dele
- Pelo visto ela e o Chace vão viver fortes emoções – ele começou a rir sozinho do próprio comentário
- O que foi, hein? Até parece que não viveu fortes emoções recentemente – ela brincou.
- É verdade. Mas eu gostaria de me emocionar de novo, sabe? – ele mordeu o próprio lábio para ilustrar o que queria dizer.
- Huuum – ela ficou de joelhos na cama – deixa eu pensar no seu caso...
- Pensa com carinho? – ele perguntou, já começando a gostar da situação
Kássia desamarrou o cordão do roupão e o soltou, revelando parte de seu corpo nu sobre a única peça.
Kellan riu pervertido e cantou para ela, cheio de sotaque:
- Assim você me mata, ai se eu te pego, ai ai, se eu te pego!
No segundo seguinte os dois já estavam atracados na cama dele.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Apartamento de Kellan Lutz

Kássia saiu do banho usando o roupão de Kellan, que a aguardava sentado na cama só de boxers. Os dois já tinham desfrutado de um excelente café da manhã juntos e agora estavam ali, conversando e se curtindo um pouco.
Ela sentou-se ao lado dele e disse:
- Adoro ficar assim sem fazer nada, sabia?
Kellan apenas sorriu, fazendo carinho na perna dela.
- E eu adoro ficar assim, do seu lado.
Kássia se derretia por dentro toda a vez que ele começava a falar aquelas coisas. Sentia em seu íntimo que a cada momento que passavam juntos, ela se apaixonava mais um pouco por aquele cara lindo e sensível que tinha caído de paraquedas em sua vida. Nunca antes tinha se sentido daquela maneira, nunca tinha se sentido como uma adolescente prestes a dar o primeiro beijo toda vez que um homem a tocava. Sempre fora dona de si, a chefe de seus namoros, sempre mantivera os homens a seus pés, fazendo o que bem entendesse com eles, sem se preocupar com nada. Sem desejar que eles sempre estivessem ali, junto a ela. Mas com Kellan era diferente, porque tudo o que ela mais queria era poder vê-lo todos os dias pelo resto da sua vida, dormir sentindo o calor de seu corpo e acordar com sua voz rouca. Tudo o que ela queria era ele. Por que, sim, ela estava amando pela primeira vez na vida, só não sabia disso ainda.
 A morena ainda divagava quando foi chamada de volta a realidade pelo toque de seu celular vindo de algum lugar do quarto.
Começou a procurar por ele, até encontra-lo nas mãos de Kellan, que ria da cara da “namorada”.
- Me dá logo isso aqui! – ela disse, subindo em cima dele para pegar o celular.
Celular da Baby
- Só vou deixar você atender porque é  a Ally – disse, entregando-lhe o aparelho.

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

“Calling all the monsters, calling out, calling out, calling all the monsters...”.
Allayne acordou assustada e ainda de olhos fechados começou a tatear pelo criado mudo atrás de seu celular. Quem estaria ligando de madrugada? Depois de tatear às cegas por alguns segundos, finalmente encontrou o aparelho e atendeu sem nem olhar quem era:
- Alô?
- Srta. Von Gothard? – uma voz masculina séria e áspera indagou do outro lado da linha.
- Sim?
- Aqui quem fala é Kevin Smith, da Smithers&Sons, editora que publica seus livros aqui nos Estados Unidos.
- Certo, sr. Smith, a que devo a honra de sua ligação?
- Nós gostaríamos de saber se a haveria disponibilidade  de horários para que possamos realizar cerca de 5 sessões de autógrafos com a Srta., em diferentes filiais de uma rede de livrarias, em várias cidades do país. Nós estamos cientes de seu envolvimento na produção da adaptação cinematográfica da obra, mas ficaríamos muito felizes se a Srta. Encontrasse uma brecha em sua programação.
Agora completamente acordada e finalmente percebendo o sol de rachar do lado de fora, Allayne perguntou, tentando conter a euforia diante da notícia:
- Quais seriam essas 5 cidades?
- Los Angeles, New York, Washington, Miami  e San Francisco.
- Certo, sr. Smith. Eu preciso verificar com o estúdio e assim que eu obtiver as datas em que poderei  viajar, eu lhe informo, ok?
Assim que desligou o telefone, Allayne não conseguiu mais conter a felicidade e soltou um gritinho excitado. Chace, que dormia pesadamente ao seu lado, sentou-se assustado na cama, gritando ainda meio zonzo:
- CADÊ O FOGO???
Ally não pode conter o riso. Mas tratou de se controlar e sorrir para Chace
- Calma, eu não quis te acordar. Mas é que aconteceu uma coisa maravilhosa comigo e ...
- Que coisa? – ele perguntou, esfregando os olhos.
Ela contou a ele tudo o que tinha acontecido e Chace ficou realmente feliz, a beijando e a abraçando.
- Nós deveríamos comemorar.
- Por que não? – ela perguntou empolgadíssima.
- Tenho uma ideia. Acho que você vai gostar.
- Ah é? Me conta ?? – ela fez beicinho
- Não. Será surpresa.
Chace se levantou da cama e começou a calçar os sapatos. Tinham adormecido juntos na noite passada. O pote de sorvete vazio caído no chão e ele vestia apenas as calças jeans. Assim que terminou de se calçar, ele vestiu a camiseta e disse:
- Vou em casa providenciar as coisas. Volto em uma hora para te buscar, portanto arrume suas coisas: roupas e biquínis, por favor.
- Biquínis? – ela perguntou, desconfiada.
- Relaxa e confia em mim, ok? – ele sorriu e roubou um selinho dela. – Já volto
E dizendo isso foi embora.

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

O filme acabou e Kássia e Kellan iriam seguir para a festa de lançamento. Os dois aguardavam que o manobrista trouxesse o carro dele em silêncio, de mãos dadas.Estava fazendo um friozinho agradável, por isso Kellan puxou a morena mais para perto, a fim de esquentá-la.
- Ansiosa pela festa?
- Se eu dissesse que não, estaria mentindo, mas estou muito mais tranquila depois da sua declaração à imprensa.
- Eu só fiz o que devia ser feito. Não queria que ninguém tivesse uma imagem errada de você.
Kássia sorriu e lhe deu um suave beijo nos lábios, enquanto o vento despenteava seus cabelos.
O carro chegou e o manobrista entregou as chaves na mão de Kellan, que depois de assegurar que a acompanhante estava devidamente acomodada, entrou no carro e deu a partida.
- São apenas 5 minutos até o local da festa. Acho que será bom pra você, terá a oportunidade de conhecer muitas pessoas do nosso meio.
- Queria que a Ally e o Chace também tivessem vindo. Ela iria adorar. Mas por um lado, não sei se ela está pronta para assumir o affair com seu amigo.
- Pare de se preocupar com sua amiga só um pouco- ele pousou a mão na coxa dela – e aproveite a sua noite.
E assim ela o fez. Na festa, conheceu vários atores, diretores, produtores, roteiristas... brilhou feito uma joia e todos repararam em sua beleza estonteante. Kellan, por sua vez, foi um verdadeiro cavalheiro e deixou-se ofuscar pelo brilho de sua bela acompanhante. Em nenhum momento ele tentou chamar a atenção ou impedi-la de brilhar.  Todos a adoraram. Jovem, bela, rica, educada... encantou a todos com sua conversa simples e fluida, com seu charme e seu sorriso. Foi simpática com todos, homens e mulheres, despertou desejo no sexo masculino e inveja no feminino. Com certeza, foi o nome da noite, e as pessoas ainda falariam dela por toda a semana seguinte.
E quando foram embora, Kellan a levou para sua casa, onde fizeram amor sem pressa, com desejo e muita paixão. 
Já Allayne estava tendo uma noite bem diferente da amiga. Deitada em sua cama confortável no hotel, ela assistia a Doutor Jivago, um clássico do cinema, ainda em preto e branco e devorava um pote de 2 litros de sorvete de creme. Se sua nutricionista a visse naquele momento!
Estava entretida com o filme quando seu celular começou a tocar:
Celular da Allayne
“Calling all the monsters, calling out, calling out, calling all the monsters...”
Deu pause no filme e atendeu a ligação. Era sua mãe. Como sempre, estava preocupada com o filho, Leonardo, que continuava a aprontar das suas. Tinha acabado de destruir a moto nova que tinha ganhado de aniversário. Allayne tranquilizou a mãe, contou um pouco sobre as filmagens do filme e desligou no exato momento em que alguém chamava à porta.
Cheia de preguiça e de pijama, ela foi atender.
- Chace? – ela saudou confusa. – A que devo a honra?
- Estava com saudades – ele sorriu e quando a beijou, Allayne sentiu seu hálito: vodca pura
- Você andou bebendo? – ela perguntou, erguendo uma sobrancelha e pondo as mãos na cintura em um gesto de censura.
- Tomei um drink com um velho amigo antes de vir para cá, mas foi só um, juro.
Allayne relaxou e o puxou para dentro através do colarinho da camisa.
- Você sempre aparece de surpresa?
- Você sempre dorme com esse pijama?
- Tenho outros guardados – ela riu – Eu estava assistindo Doutor Jivago
- E tomando sorvete. Que coisa mais depressiva, Allayne – ele comentou bem humorado.
Ela se jogou na cama e agarrou seu pote de sorvete, fazendo bico.
Chace ficou a olhando e rindo até que se sentou na beira da cama e disse:
- Tenho uma proposta a te fazer.
- Estou ouvindo.
- Que tal se nós passássemos a noite conversando e nos conhecendo melhor?
Ally não disse nada, então ele prosseguiu:
- Sabe, a gente fica junto e tal... mas na verdade eu sei muito pouco sobre você, não acha? E você também não sabe nada de mim...
- Certo – ela se aprumou na cama – Eu falo algo sobre mim e você fala algo sobre você, ok?
- Meu aniversário é dia 18 de julho.
- O meu é 16 de junho.
- A única pessoa que me chama de Christopher é minha mãe.
- Quem me apelidou de Ally foi meu melhor amigo de infância, o nome dele é Danilo e nós fomos vizinhos desde que eu me lembro até nós sairmos da casa dos nossos pais.
- Meu melhor amigo de infância era o Tim, mas ele foi morar na Rússia. Conheci o Kellan fazem uns 2 anos, mas parece que fazem 10 anos...
- Só conheci a Kássia na 7ª série, acredita? Nem parece...
- Com isso eu tenho que concordar...
Os dois passaram horas conversando sobre a suas vidas, contando histórias engraçadas, tomando sorvete e trocando carinhos, sem nem perceber o tempo passar.

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Quando Kellan parou o carro em frente ao cinema aonde seria a première, Kássia olhou pela janela e tudo o que conseguiu ver foram flashes e mais flashes disparados sem parar. Naquele exato momento, Sarah Jessica Parker desfilava pelo tapete vermelho em um vestido exuberante. Voltando seu olhar para Kellan, ela recebeu um sorriso contagiante dele e também sorriu. Ele lhe deu um selinho antes de dizer:
- Hora de brilhar, minha superstar.
Sorrindo, ele desceu do carro e foi correndo abrir a porta para ela. A tomando nos braços, a conduziu ao tapete vermelho, onde adentraram juntos, debaixo de uma chuva de flashes e perguntas disparadas por repórteres neuróticos que agitavam seus microfones no ar.
- Eu ainda não disse, mas, você está maravilhosa nesse vestido – ele sussurrou ao pé do ouvido dela. E tomando cuidado para que não lessem seus lábios, complementou – E eu não vejo a hora de arrancá-lo fora.
Kássia corou levemente e sorriu ainda mais amplamente para as câmeras. A pedido dos fotógrafos, os dois tiraram várias fotos juntos. E quando eles já iam se afastando para entrar no cinema, uma repórter gritou:
- Vocês estão ou não estão tendo um affair?
Kellan se virou para ela, puxando Kássia mais para perto pela cintura e disse em alto e bom som:
- Chame do que quiser.
E para ilustrar o que queria dizer, tascou um beijaço na morena que quase a deixou desnorteada e fez os flashes dispararem ainda mais frenéticos. 
Ela andava ansiosa de um lado para o outro de sua suíte de hotel. Respirava fundo e tentava controlar as mãos que insistiam em tremer e soar frio. Nunca antes havia se sentido assim, nunca. Sempre tão confiante de si, sempre tão certa de estar arrasando, de ser o centro das atenções. Mas naquele momento, ela não sabia de nada. Só sabia que precisava estar linda e radiante diante dos flashes e sabia também que precisava da aprovação dele.
Sim, porque para ela tinha se tornado muito importante agradá-lo. Não que ela fosse mudar seu jeito de ser por causa dele. Isso nunca. Mas gostava de saber o que ele achava, se ele a aprovava. Estava perdida em seus devaneios quando o telefone tocou. Era ele, avisando que estava a espera dela no hall do hotel.
Pegou sua bolsa, deu uma última olhada no espelho e saiu. Entrou no elevador, o coração batendo acelerado. Quando as portas do elevador finalmente se abriram ao chegar ao hall e ela o avistou, soube, pelo olhar dele, que tudo ficaria bem. E quando ele a beijou suavemente e lhe ofereceu o braço, sua respiração voltou ao normal e ela soube que aquela era a sua noite.
Allayne estava arrumando suas coisas dentro de sua bolsa para que pudesse deixar o estúdio e ir para casa quando Kássia, novamente, entrou feito foguete em sua sala:
- AAAAAAAAAAAAAAAAAH! O KELLAN ME CONVIDOU PARA IR À UMA PREMIERE COM ELE!! E EU NÃO TENHO ROUPA!
- Pelo visto, vocês já se entenderam – Ally disse sem alterar seu tom de voz
- Mas é claro, foi só uma briguinha boba e... EU NÃO TENHO ROUPA!
- Calma, amiga. Eu também tenho um evento e vou agora mesmo sair para comprar um vestido. Ou melhor: NÓS VAMOS AS COMPRAS!!
Kássia só faltava dar pulinhos de tão empolgada. Allayne terminou de arrumar suas coisas e as duas saíram juntas para uma tarde de compras em Hollywood.

Allayne e Kássia entraram em diversas lojas, todas de grife. Se era pra começar uma vida nova, que fosse com estilo! Dior, Gucci, Versache, Armani, Channel, Carolina Herrera... foram só algumas das lojas que as mocinhas visitaram. E depois de bastante caminhada, voltaram para o hotel, satisfeitas com suas compras.

Assim que chegou no hotel, Kássia foi tomar banho para poder se preparar para a première de Sherlock Holmes – O jogo das sombras. Depois de ter se vestido, mandou um torpedo para a melhor amiga:
Preciso de você aqui!!! Xoxo
Em poucos minutos, Allayne a ajudava a se maquilar e se pentear para seu primeiro grande evento na terra do Tio Sam.
- Estou tão empolgada!!!
- Percebe-se – Ally riu
- Vai ser minha primeira grande aparição em público! Fotógrafos, flashes, tietes! E estarei linda e maravilhosa em meu vestido caríssimo, acompanhada de um gato que nem o Kellan!
- Ui tá podendo, hein? – Allayne continuava a rir enquanto passava rímel nos cílios da amiga – Ele te falou se vai assumir o lance de vocês?
- Não. Mas só o fato de ele querer aparecer em público comigo já é uma evolução, certo? Além do mais, faz tão pouco tempo que a gente tá saindo... nem sei definir nosso relacionamento ainda.
- Acho que você está certa e ... pronta para arrasar!
Kássia se olhou no espelho. Estava pronta para sua primeira grande aparição em Hollywood.

Sala de reuniões da WB

- Daqui a 5 minutos tenho prova de roupa!  Kássia falou assim que Kellan fechou a porta.
-Baby, por favor me escuta. Eu não tenho vergonha de você. Pelo contrário, tenho orgulho. E muito difícil largar tudo pra trás e entrar em um projeto de cabeça em uma lugar onde poucos te conhecem.
 - Fiz porque confio no trabalho da minha amiga. Ela tem talento e o mundo precisa conhecer. O fato de ela me por no papel principal é loucura, mas não pude fazer nada. - Ela deu de ombros olhando para os lados, tentando fugir do contato visual. Levou um pequeno susto ao sentir algo quente encostar na bochecha e levantou os olhos pra dar de cara com um par de olhos de azuis hipnotizantes a encarando. Por alguns segundos se perdeu neles sentindo uma paz que a muito tempo não  sentia. Kellan a abraçou firmemente e sussurrou:
- Eu peço perdão pelo outro dia. Foi um momento de nervosismo porque eu sei como é a pressão de um relacionamento aqui. A imprensa inventa várias histórias a respeito só pra vender mais revistas. Isso acaba com o casal, por mais que você tente ignorar. Eu gosto de você e quero continuar contigo. Tive medo por nosso relacionamento ser tão recente.
Ela ouviu tudo em silêncio e quando ele terminou, se jogou encima dele o abraçando.
- Eu entendo. Mas você devia ter me falado antes.
- Tentei mais você saiu correndo e não me deixou falar. - riu
- Claro eu estava nervosa, quando eu estou assim, sempre faço besteira.
- Bom saber. - sorriu de lado - Que tal ir a première do filme de um amigo meu hoje à noite?
- Tem certeza?
- É claro. Relaxa baby, eu tenho tudo sobre controle.
- Ah claro, eu vou com você Mr. Controle. Agora me deixa ir se não a figurinista me mata e eu continuo com a fama de brasileiros serem atrasados.
- Ok, mas me dá um beijo antes. - Kellan a segurou com mais firmeza, a impedindo de sair.
E assim foi pelos minutos seguintes, um beijo atrás do outro e a paz reinava de novo. Claro que Kássia chegou atrasada, mas vindo dela era esperado e dessa vez o motivo era mais do que justo




CRÉDITOS: KÁSSIA RODRIGUÉZ U.U
Ao abrir o envelope, Allayne encontrou um convite em papel dourado com letras prateadas e bem pomposas que diziam:
Srta. Allayne Von Gothard e acompanhante
A srta. Kardashian convida para festa benefecente em sua casa.
Dia 5 de setembro, às 9 p.m
Traje Black Tie obrigatório.



Ally fechou o convite e sorriu. Desde quando recebia convites para festas benefecentes dadas por uma das socialites mais famosas do mundo? Ela devia mesmo estar ficando famosa, só pode...
Voltou ao trabalho, mas como mal conseguia se concentrar, decidiu fazer uma parada. Só conseguia pensar na tal festa, no que iria usar e em quem seria seu "acompanhante". Evidentemente que ela tinha alguém em mente, mas ainda teria que convidá-lo e se ele não aceitasse, bem, não saberia o que fazer.
E ainda por cima teria que desembolsar uma boa grana nessa festa, e ela não tinha nem ideia do quanto. Sempre fora comedida com dinheiro, mas dessa vez, ela decidiu que se permitira gastar sem pensar, afinal, o dinheiro serve para isso, ou não?

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

30 de agosto - Warner Bross Studios

Allayne revisava o roteiro do filme na sala da roteirista chefe quando Kássia entrou como um furacão:
- Você não vai acreditar no que o Kellan fez comigo!
- Sério? Então conta que eu quero ver. 
Kássia começou a contar tudo que tinha acontecido no dia anterior logo após lerem as manchetes, falando alto e gesticulando muito, demontrando assim o quanto estava irritada com tudo que tinha ocorrido.
- Você não acha que exagerou um pouco, não?
- Exagerei? Pois eu acho que não e ...
Neste momento, Kellan entrou na sala e se assustou ao se deparar com Kássia ali. Tinha ido procurar Allayne, em busca de conselhos sobre o que fazer a respeito da atitude destemperada da amiga dela no dia anterior. Mas já que Kássia também estava ali, era melhor resolver tudo de uma vez.
- Hey, Baby, será que a gente pode conversar? A sós. Juro que não vou tomar seu tempo.
Kássia apenas deu de ombros e lançando um olhar significativo para a amiga, saiu junto com ele.
Assim que Kássia saiu, Ally voltou a trabalhar, cortando algumas falas, reescrevendo outras, fazendo o que julgava ficaria melhor na telona. Logo, bateram à porta e tão logo ela mandou entrar, descobriu que era o boy do estúdio que tinha vindo lhe entregar uma carta registrada. Assinou no palm top do entregador e assim que ele deixou a sala, abriu o envelope.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Apartamento de Chace Crawford

Chace acordou quando os raios de sol começaram a lhe incomodar. Abriu os olhos lentamente e olhou para a mulher que dormia tranquilamente ao seu lado. Ela era linda e muito especial. Não estava acostumado a ter mulheres como ela em sua vida, e agora que tinha, morria de medo de acabar fazendo besteira como sempre e acabar sozinho mais uma vez.
Lentamente, ele se levantou e se dirigiu até a cozinha. Abriu todos os armários a procura de algo para o café da manhã, mas não havia nada decente que pudesse servir à Allayne. Subitamente, teve uma ideia e pegou o telefone. Ligou para um velho amigo que trabalhava na Starbuck's e cobrou um favor.

- Ei... tá na hora de acordar... está um lindo dia...
Ela não queria acordar. Apenas se enroscava nos lençóis e murmurrava palavras desconexas.
Chace se inclinou sobre ela e deu-lhe um leve selinho nos lábios.
Dessa vez ela abriu os olhos e deu um largo sorriso.
- Bom dia...
Dessa vez eles se beijaram para valer.
- Vem, tenho uma coisa pra te mostrar.
Os dois levantaram e, enrolados nos lençóis caminharam até a cozinha. Ele tinha preparado um verdadeiro banquete. A mesa de café estava repleta de delícias das mais variadas. Pãezinhos, donuts, frutas, sucos, leite, panquecas, ovos, bacon, café...
- Uau! Que maneira de acordar!
Ela sorriu e deu um beijo sapeca nele.
Passaram o resto da manhã juntos e depois ela voltou para o hotel. Com o coração apertado, mas voltou.
- O que foi?- mas um segundo após perguntar, ela entendeu do que se tratava. Cerca de quatro ou cinco revistas diárias de fofoca traziam eles na capa. Duas com eles se beijando no estacionamento da boate, outras com eles entrando no carro dele, mas uma mostrava os dois quase transando no prédio dele.
- Merda... - ele exclamou baixinho.
- Eu quero todas essas revistas aqui, moço. 
Depois que o jornaleiro entregou-lhes as revistas, eles foram para o carro e fecharam as janelas. Kellan nem encostou no volante.
- Calma, ok? Vamos ler o que tá escrito aqui primeiro...

- Não dá pra ter calma, ok?Ela olhou bem nos olhos dele, estava realmente furioso.
- Sabe, eu não tô te entendendo, Kellan. Você sabe tão bem quanto eu que isso ia acabar acontecendo um dia. Nós não temos nos esforçado pra esconder que estamos juntos, sabe?Ele bufou e apertou o volante do carro com força, em uma visível tentativa de se controlar.
- A culpa não é sua. Só não esperava que isso fosse vir a tona tão cedo, entende?- Qual a diferença se aconteceu agora ou se tivesse acontecido depois?- Não sei, não sei ! - ele alterou a voz - Só não podia ter acontecido agora. Não agora que eu estou numa ótima fase, gravando o filme, prestes a lançar outra campanha da Calvin Klein...Kássia abaixou a cabeça. Um ideia subitamente passando por sua cabeça. Antes que percebesse, estava chorando.
- Você tem vergonha de mim, é isso? Kellan se assustou com a pergunta e disse:
- Mas é claro que não! Da onde você tirou essa ideia maluca?Mas ela pareceu não ouvi-lo
- Você tem vergonha de mim porque eu não sou uma americana peituda e loira? Porque não sou como as mulheres com as quais você costuma sair? Não quer ter seu nome associado ao meu porque não sou boa o suficiente para você? Porque sou latina e estou começando a carreira por aqui?Ele permaneceu olhando-a atônito, sem saber o que fazer.
- Pelo amor de Deus, Kássia, de onde você tirou tudo isso? Você tem noção do tanto de besteiras que está dizendo?- Não acho que seja besteira - ela disse, tentando parecer superior.
- Mas é.- Sabe o que eu acho? Que você tem que parar para pensar nas suas prioridades. Sei que sua carreira é muito importante e a minha também é para mim, mas eu jamais passaria por cima dos sentimentos de alguém para subir na vida. Se você nunca teve intenção de ter alguma coisa a mais comigo, pra quê toda essa farsa? Pra que se fazer de bom moço?

- Você está sendo irracional e sabe disso.- Faz o seguinte, pensa em tudo que eu te falei e quando você decidir o que quer, me liga.Ela recolheu todas as revistas que tinham comprado, e carregando-as no braço, saiu do carro e bateu a porta.
Bufando de raiva, Kellan apenas a observou se afastando. Falaria com ela depois, quando ela estivesse mais calma.

Apartamento do Kellan - 29 de agosto - 11h34m

Kássia abriu os olhos lentamente quando sentiu algo úmido em seu pescoço, ombros e em sua boca.
Sorriu ao perceber que era Kellan, a beijando ternamente e sorrindo maravilhosamente para ela. Essa era sem dúvida a melhor maneira de acordar.
- Bom dia, bela adormecida.Kássia riu, ainda sonolenta.
- Você por um acaso deu uma de Cullen e não dormiu? Que horas são? 7 da manhã?Kellan riu do bom humor dela, apesar de ter acabado de acordar.
- Não, eu não dei uma de Cullen. Dormi e dormi muito, por sinal. Precisava me recuperar da noite de ontem - ele deu um sorrisinho malicioso - Agora, já são quase meio dia, e se você concordar em se levantar, pretendo levá-la para almoçar, uma vez que não tenho nada no armário.Ela riu e se revirou na cama, sentando-se na mesma imediatamente.
- Por que não mencionou a comida antes? - ela riu, sapeca, o fazendo rir juntamente com ela.
- Pode deixar, que a partir de hoje, toda vez que eu quiser te convencer a ir comigo a algum lugar, mencionarei comida.Ela sorriu, visivelmente feliz e deu um selinho nele, apertando o nariz dele em seguida.
- Bobo.
Só então ela percebeu que estava nua, e tudo que ela tinha para vestir era uma fantasia de pirata.
- Vem cá, você pretende me levar para almoçar vestida de pirata?Kellan riu e disse:
- Quando você vai aprender que eu sempre penso em tudo? Eu já saí e fui até a loja de roupas mais próxima. Comprei uma muda de roupas pra você, e sapatos também. Espero que goste.Ela nem teve tempo de se impressionar em como ele era perfeito. Ele já estava de volta e estendia-lhe uma sacola de roupas. Ela deu uma olhadinha no nome da loja e quase teve uma síncope, a loja era caríssima.
- Vou me trocar. - ela se levantou, nua mesmo e sem fazer questão de se esconder - Pode deixar que eu sei onde é o banheiro - ela sorriu pra ele e entrou no banheiro.

Minutos depois, Kássia saiu de dentro do banheiro, trajando uma roupa que era a cara de Kellan: calça jeans, camiseta e tênis.
- Então, como estou?
Kellan riu antes de dizer:
- Pra falar a verdade, está parecida comigo.Eles então saíram do quarto, e tão logo Kellan abriu a porta, já estava rodeado por dois cães muito fofos. Kola, que Kássia já conhecia, e um outro, menor mais muito fofinho.
- Ué? Agora são dois?- Esse é o Kevin, estava dormindo quando chegamos ontem. E essa, você já sabe, é a mulher da minha vida.Ela começou a rir enquanto o observava brincar com seus cães. Era transparente o amor que ele sentia pelos dois, e era tão...sexy
Logo depois, os dois foram almoçar. Comeram em uma churrascaria e depois caminharam pela orla, jogando conversa fora, se conhecendo melhor, descobrindo um ao outro.
Eles estavam caminhando de volta até o carro dele, para que ele a levasse até o hotel, quando ele parou em frente a uma banca de jornais, olhando fixamente para algumas revistas expostas.

- Você não sabe quanto eu desejei te ter aqui, assim...Ele soou tão sincero e seus olhos cintilavam tanto que Allayne sorriu e disse:
- Sabe, lá no Brasil nós temos um ditado que diz assim: quem espera sempre alcança.Chace riu e extinguiu a distância entre eles, a beijando lenta e desejosamente, enquanto suas mãos corriam toda a extensão do corpo dela, acariciando principalmente as partes que mais o atraíam, como as coxas, a barriga e os seios.
Ah, os seios! Ele desejara ardentemente por as mãos naqueles seios desde que a conhecera... E não só as mãos.
Lentamente, ele abriu o fecho do sutiã dela e adimirou aqueles seios descobertos por um segundo, antes de beijá-los. Beijava ora um, ora outro, acariciava também e a estava fazendo arfar e gemer baixinho ao pé de seu ouvido.
Ele então foi baixando os beijos pelo corpo dela, parando na barriga, para brincar com a língua em seu umbigo, mas as mãos continuavam a acariciar-lhe os seios. Depois ele despiu a calcinha dela lentamente com a boca, até deixá-la completamente nua.
Ela sorriu e deslizou as mãos até o elástico da cueca dele, sorrindo maldosamente ao arrancá-la com agilidade.
Então, estavam os dois nus, excitados e deitados em uma cama. O que fazer agora?
Chace se posicionou cuidadosamente para penetrá-la e enquanto a beijava, foi possuíndo-a, fundindo-se a ela, centímetro por centímetro, sem pressa alguma, ansioso para prolongar aquele momento.
E enquanto ele a tomava para si, ela revirava os olhos de prazer e se agarrava aos cabelos dele puxando com força.
Assim, eles entregaram-se completamente ao ato sexual, explorando seus corpos ao máximo possível.
Passaram a noite inteira acordados, fazendo o quê?
Adivinha!
Ela então levantou uma perna e a colocou sobre a mesinha de centro com delicadeza. Deslizou as mãos pelas pernas até chegar ao zíper da bota. Tirou o sapato e o deixou num canto qualquer. Repetiu o processo com o outro pé, e toda a vez que ela levantava a perna, Chace gemia de ansiedade no sofá.
Agora descalça, ela continuou a dançar, virando de costas pra ele e arrebitando a bunda. Ainda de costas, ela começou a  lentamente tirar vestido, para virar-se novamente para ele quando seu sutiã vermelho e transparente estava quase todo aparecendo...
Ela passou a mãos nos seios e umideceu os lábios com a língua. Chace já estava visivelmente excitado, mas ela não parava de provocá-lo.
Tirou por completo o  vestido , ficando apenas de lingerie e meias.
Ele disse quando ela se aproximou dele e começou a rebolar de costas para ele.
Allayne então se virou e sentou no colo dele, as pernas abertas, uma de cada lado do corpo dele.
- E se eu disser que adoro me queimar?"Meu Deus do céu, me socorre!"Ele decidiu parar com as provocações e partir para o que interessava. Levantou-se do sofá e caminhou com ela ainda enroscada em sua cintura até o seu quarto, onde a jogou em cima da cama.


Chace então começou-se a despir com tamanha pressa que até se atrapalhou na hora de tirar a fantasia mas ele logo se livrou de todas as peças, ficando apenas de box preta.
Então ele se deitou sobre ela na cama, sustentando o corpo com os braços, mantendo uma distância tentadora dos lábios dela
- Adorei... é tão... clean!Ele riu e depositou um rápido beijo no topo da cabeça dela em seguida a puxando para o sofá.
Ela se aninhou no colo dele, pousando os lábios no pescoço dele e começando a beixar a região delicadamente, dando atenção a cada pedaço da pele clara dele, sem a menor pressa.
Ele respirou fundo para depois soltar o ar lentamente, procurando se manter calmo naquele momento, não queria estragar tudo agindo feito um adolescente desesperado.
Allayne passou os dentes de leve pelo lóbulo da orelha dele e ele se arrepiou por completo, não aguentando ficar sem fazer nada e envolvendo a cintura dela com as mãos e a encaixando no seu corpo da forma mais sexy possível.
- Você quer me provocar, é? - ele disse num sussurro sexy de arrepiar-se toda.
Ela o olhou diretamente dentro dos olhos imensamente azuis.
- Se eu te provocar, o que acontece?- Não sei... eu não seria mais responsável pelos meus atos. Sabe, é muito difícil manter o controle quando se tem uma mulher como você no colo e me beijando desse jeito.Ela mordeu os lábios sultimente antes de beijá-lo no pescoço mais uma vez para depois sussurrar:
- Quem disse que eu quero que você se controle?



Chace piscou como que para acreditar que o que ela tinha dito era verdade.
Aquele era o sinal que ele estava esperando, o sinal de que ela queria o mesmo que ele e que não o repreenderia.
Chace então, num movimento de agilidade, a jogou sobre o sofá e foi parar em cima dela numa velocidade incrível.
Allayne o olhou assustada.
- Você não devia ter dito isso...Ele então tomou os lábios dela nos dele com volúpia, a beijando como jamais beijara, de uma forma que fazia a respiração parar, o coração acelerar, o corpo formigar nas partes mais íntimas possíveis...
Ally passava as mãos pelas costas dele e logo ela se livou daquela capa de vampiro que ele usava. Estava deslizando as mãos pelas costas dele por debaixo da camisa quando ele parou de beijá-la nos lábios para tentar abrir a fantasia dela.
Mas a loira afastou as mãos dele da roupa dela e Chace apenas olhou sem entender. Mas ela logo explicou:
- Tive uma ideia... acho que você vai gostar.A julgar pelo sorriso malicioso que surgiu nos lábios dela, ele tinha certeza de que ia gostar.
Allayne então se levantou, rebolando em cima dos saltos e caminhou até em frente à Chace, que se sentou no sofá pra assistir o que ela ia fazer.
Lentamente, ela começou a dançar mesmo sem música, a rebolar até o chão para depois voltar, passando a mão por todo o corpo, levantando o vestido de leve e deixando parte das pernas a mostra.
Chace teve que se segurar no sofá para não agarrá-la naquele exato momento.

Enquanto isso, Chace e Allayne estavam saindo da boate, a festa tinha acabado e eles eram um dos últimos a sair, os pés doendo de tanto dançar.
- Acho que agora é a hora em que você me leva de volta para meu hotel - ela disse quando chegaram ao carro dele no estacionamento.
- E se eu quiser te levar para outro lugar?Ele a olhava com os olhos brilhando de malícia então ela simplesmente sorriu:
- Acho que eu posso deixar você me levar pra onde quiser.Chace deu um sorriso de vitória e abriu a porta do carro para ela, que deslizou para dentro do veículo.
Ele deu a volta quase aos pulos e assumiu o volante.
- Tem um lugar que eu quero que conheça.Ele arrancou com o carro, dirigindo mais rápido do que o normal devido a sua ansiedade crescente e a umas doses de alcóol também.
Logo chegaram a um pelo edifício residencial. Chace estacionou o carro na vaga que tinha seu nome e praticamente arrastou Allayne até o elevador.
Ele apertou o botão do 32° andar e se posicionou bem atrás dela, mantendo as mãos na cintura dela e pousando o queixo no ombro dela, apenas inalando o perfume dos cabelos loiros de Allayne...
A porta do elevador se abriu e ele a conduziu para fora, até chegarem ao apartamento dele, que tomava todo o andar.
Chace abriu a porta e a deixou aberta para que a loira entrasse. Ela entrou e ele a seguiu, fechando a porta ao passar.
- Então... bem vinda ao meu apê.
Assim que entrou no banheiro, Kássia quase teve um infarte ao se deparar com a visão do paraíso: Kellan, do jeito que tinha vindo ao mundo, tomando banho de costas para ela. Os músculos definidos das costas e dos braços estavam contraídos e ele deixava que a água corresse sobre ele.
Num segundo de inspiração, a morena despiu o que faltava de suas roupas e entrou no box junto a ele, fazendo o mínimo de barulho possível para que ele não a ouvisse. De fato, ele não percebeu a presença dela até que ela se posicionasse atrás dele e lhe desse um beijo úmido no pescoço.
Kellan se arrepiou todo e sorriu. Lentamente, virou-se para trás e se deparou com ela ali, inteiramente nua, o fitando com malícia nos olhos.
"Puta que pariu, como ela é linda, gostosa, meu Deus, isso é só pode ser uma alucinação!"

- Sabe... eu fiquei me perguntando se você não queria companhia para o banho.Ela tinha se aproximado dele, sem romper o contato visual e colocado as mãos sobre o peito nu dele.
- Garota... você ainda me mata do coração. 
Ele não disse mais nada, apenas envolveu a cintura dela e colou os corpos nus, em seguida a beijando com volúpia ainda maior do que nos beijos anteriores. Logo, as mãos de ambos já pecorriam os corpos um do outro, numa deliciosa exploração de tudo aquilo que eles ainda não conheciam um no outro.
Eles tinham pressa, urgência em se amar, em se fundirem num só.

As mãos dele envolveram os seios da morena de forma gentil e ao mesmo tempo urgente. Ele acariciou-os com delicadeza de destreza, dando especial atenção aos mamilos já turgidos dela.
Kássia respirava com dificuldade devido ás carícias dele e passava levemente as unhas pelas costas dele.
Kellan continuava beijando-a, apalpando-a e deu uma parada no beijo para dizer-lhe ao pé do ouvido:
- Você é a mulher mais linda que eu já conheci, você me deixa louco.Aquelas palavras ditas na voz rouca dele a deixaram ainda mais excitada do que ela já estava, o que ela realmente julgava impossível.
As mãos gentis dele continuaram a explorar o corpo dela, descendo pela cintura definida, acariciando a pele macia como seda, chegando às nadegas e as massageando de forma sutil, assim como tinham feito com os seios, até atingirem a feminilidade dela.
Ele a tocou e ela se retraíu, em êxtase. Kellan deslizou os dedos até o centro de prazer da morena e o tocou suavemente, sem fazer muita força, aplicando a pressão necessária pra fazê-la chamar seu nome.
- Kellan...Ele despositou um beijo no ombro dela e ela agarrou-se a sua nunca, sentindo o prazer invadí-la de uma maneira que nunca sentira antes, tomando cada centímetro de seu corpo, a dominando, a deixando entorpecida...
Kássia sentia a excitação de Kellan em seus quadris e isso a deixava ainda mais louca de tesão, implorando internamente pelo momento em que ele iria unir seu corpo ao dela e fazê-la mulher.
Kellan continuou tocando-a com gentileza, explorando toda a feminilidade dela, dando atenção a cada parte, tratando cada ponto com igual atenção e a fazendo gemer e se derreter nos dedos dele.
Até que ele não aguentou mais e a pegou no colo. Ela abriu as pernas e ele se posicionou para penetrá-la. Mas antes disso, a olhou bem nos olhos e viu o desejo refletido neles e ela se perdeu naqueles olhos azuis...
Então, sem esperar mais, ele a invadiu por completo, a satisfazendo por inteiro...

Ele a fazia se sentir mulher como nenhum outro fora capaz antes dele, a satisfazia inteiramente, dominava a mente dela de tal forma que palavras não poderiam expressar...
Eles se uniam num só, nos movimentos ritmados de Kellan, que arrancavam longos e profundos suspiros de Kássia, a levando ao céu e de volta à Terra em intervalos de segundos.
E assim, eles passaram a noite toda se amando, se desejando, realizando fantasias, trocando carícias...
No banheiro e depois sobre os lençóis macios da cama dele...
Até adormecerem juntos, abraçados, totalmente saciados e com enormes sorrisos nos rostos belos e serenos.
Kellan a puxou para dentro do quarto e a soltou para falar com Kola:
- Kola, meu amor, agora papai precisa ficar sozinho com a Baby, ok?A cadela apenas o encarrou com tristeza nos olhos negros. Mas o atendeu, saindo obedientemente do quarto.
Kellan fechou a porta e se voltou para Kássia, que estava sentada na beirada na cama dele, as pernas balançando, parecendo uma criança.
Ele não disse nada, apenas começou a despir a fantasia , ficando apenas de boxers em segundos. Boxers brancas que quase fizeram Kássia ter um troço sentada bem ali.
Ela o observava perplexa, sem entender absolutamente nada.
- Vou tomar um banho, já volto. - ele deu uma piscadela significativa para ela que ela entendeu como um convite implícito para que fosse se juntar a ele no banheiro.
Kellan sumiu por uma das três portas que haviam no quarto e Kássia se viu sozinha, entregue aos pensamentos.
"Será que eu devo ir atrás dele? Será que aquilo foi realmente um convite? Mesmo que não fosse, acho que ele realmente ia amar que eu fosse até lá. E convenhamos, uma hora ou outra vamos acabar... fazendo aquilo. Por que não, eu não posso resistir à visão que eu tive agora."
Decidindo-se, ela se levantou e decidindo-se, despiu toda sua fantasia e ficou apenas com o cojunto de lingerie preta , indo atrás dele no belo banheiro.


- E então, o que achou?- É lindo, Kellan, de verdade.
- Que bom que gostou... - ele colou seu corpo ao dela, a 
encoxando por trás - Quer conhecer meu quarto também?
Kássia deu um sorrisinho que ele interpretou como um sim. Então ele a guiou através do imenso apartamento até seu quarto. Quando ele abriu a porta, porém, algo grande e marrom se chocou contra Kássia a fazendo cair no chão, literalmente estabacada de bunda.
Kellan começou a rir enquanto ela se recuperava do susto. Apenas quase um minuto depois ela foi perceber que se tratava de uma cadela. Linda.
- E essa é a mulher da minha vida, Kola.Kássia se abaixou e começou a acariciar o topo da cabeça da cadela, visivelmente adorando-a.
- Nossa, ela é realmente linda... estou apaixonada.- Bem vinda ao clube.Kássia riu e largou um poco a cadela de lado para olhar o quarto dele. Assim que o viu, teve uma imensa vontade de se atirar sobre todas aquelas almofadas.

Eles mal tinham chegado ao carro de Kellan quando ele envolveu Kássia pela cintura e a puxou até ela ficar perigosamente próxima de seu corpo.
- Sabe que você me deixa louco quando fica assim... tão perto de mim. Ao alcance do meu toque.Ela apenas sorriu de um jeito travesso e passou as mãos pelos cabelos dele, levando a mão esquerda de Kellan até sobre seu peito.
- Sente como você faz meu coração bater acelerado...Kellan podia sentir as batidas frenéticas do coração dela e sorria imensamente com isso, adorava saber que causava nela o mesmo efeito que ela nele.
Então, sem conseguir manter-se longe, ele uniu seus lábios ao dela e a beijou com urgência, sugando seus lábios, enroscando suas línguas, acendendo um verdadeiro fogaréu no interior deles.
Kássia o mantinha perto, segurando-o pelos cabelos, mas não era absolutamente necessário, pois ele apertava firmemente a cintura da morena, a impedindo de sequer se mexer.
Quando a respiração de ambos já estava tremendamente ofegante, Kellan partiu o beijo e ficou olhando para Kássia durante alguns segundos. Sem jeito, ela apenas sorriu e ele depositou um beijo em sua testa.
- Vamos?Ela assentiu mudamente e ele entrelaçou as mãos dos dois e a puxou para dentro do carro.
Kellan deu a partida e logo eles estavam andando em alta velocidade, do jeito que ele gostava. Um sorriso lindo iluminava o rosto dele e Kássia sentia-se muito feliz em estar ao lado dele.
Ele pousou a mão sobre a coxa dela e deu um apertão de leve. A morena sentiu-se arrepiar toda.
Poucos minutos depois, eles entraram na garagem de um prédio de cerca de 40 andares, todo de vidro negro, muito luxuoso. Ela tinha certeza que era a casa dele.
Ele desligou o carro mas não desceu e então olhou para ela:
- Pronta para conhecer minha casa?- Ansiosa, eu diria.

- Eu conheço uma excelente forma de relaxamento... - ele disse, um sorrisinho misterioso perpassando seu rosto.
- Conheçe é?- entrando na brincadeira e se fazendo de desentendida.
Kellan riu e passou as mãos nos cabelos dela, acariciando-lhe a face, então ele se inclinou e sussurrou ao pé do ouvido dela:
- É esse aqui, olha... 
E sem se conter mais, ele a beijou. Como sempre, era um beijo daqueles de tirar o fôlego só de ver, com direito a muitas brincadeirinhas.
Antes que qualquer um dos dois pudesse tomar consciência do que estavam fazendo e perceber que estavam num local público, Kássia já tinha pulado para o colo de Kellan e estava sentada com uma perna de cada lado da cintura dele, encaixada de forma que podia sentir a leve exitação dele.
Ela mordia-lhe o lóbulo da orelha e ele passeava com as mãos livremente pelo corpo dela. Kellan tentou se livrar das roupas dela, mas a fantasia era muito apertada e trabalhosa de se tirar e aquilo definitivamente quebrou um pouco o clima.
- Vamos subir... - ele disse, a respiração ofegante, o peito arfando descontroladamente.
Os dois saíram do carro quase que correndo e pegaram o elevador. Ele apertou o botão do 21° andar e assim que eles começaram a subir, voltaram a se atracar num beijo daqueles.
Eles já estavam parados a um bom tempo com a porta do elevador aberta quando Kássia percebeu que tinham chegado.
Kellan então a puxou para fora do elevador. O apartamento dele ocupava todo o andar, então ela calculava que devia ser imenso.
Havia um pequeno hall, todo em tons de azul, o que dava um aspecto muito masculino ao local.
Ele abriu a porta e a convidou a entrar:
- Bem vinda
Assim que Kellan fechou a porta às suas costas, Kássia percebeu que sua boca se entreabrira num cômico O.
O apartamento dele era simplesmente demais!

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Os dois dançavam movimentando-se com graça e leveza e enconstando seus corpos mais do que o necessário. Até que Chace a puxou pela cintura, a fazendo ficar de costas para ele e começou a dançar, o corpo colado ao dela, seus lábios no pescoço da loira.
Ally estava se derretendo toda na pista de dança. Céus! Como ele mechia com ela...
Chace aproximou seus lábios do lóbulo da orelha dela e sussurrou:
Eu já disse que você está extremamente sexy esta noite?
Allayne corou violentamente. Agradeceu intimamente por ele não estar a encarando e por estar escuro.
Não... - foi tudo que ela conseguiu falar.
Então fique sabendo que você está extremamente linda e sexy esta noite. E que definitivamente você vai me fazer ter um AVC.
Enquanto isso, Kássia e Kellan bebiam ambos absolut com refrigerante de laranja.
Esse povo de Hollywood sabe mesmo dar uma festa.
Com certeza, nós sabemos.
Kássia sorriu e percebeu que o aniversariante da noite se aproximava deles.
Michael e Kellan se cumprimentaram com apertos de mão um breve tapinha nas costas. Aquele comprimento típico dos homens.
Parabéns, cara!
Valeu, parceiro. - e se virando para Kássia - Não vai me apresentar sua acompanhante, Kellan?
Sim, sim, é claro. Está é Kássia Fonsin, uma "amiga" brasileira que vai ser meu par no meu novo filme.
É um prazer conhecê-la - Michael estava jogando todo seu charme para cima da morena. Ele beijou-lhe a mão!
E, Kah, este é Michael Copon, er.. uma amigo.- sem saber direito o que falar.
Fico feliz em conhecê-lo e, a propósito, feliz aniversário. - ela respondeu polidamente.
Os olhares de Michael para Kássia estavam definitivamente o irritando e Copon finalmente percebeu isso, porque dando um sorriso meio sacana disse antes de se afastar:
Espero que aproveitem a noite.

Kássia observou Michael se afastar e pode jurar ter ouvido Kellan dizer algo que soou como "babaca".
Rindo internamente, ela se virou para ele:
- Simpático, esse seu ex-cunhado.Ela riu ao ver a expressão revoltada no rosto dele.
- Não vamos mais falar do Copon, certo?Kássia assentiu com a cabeça e colou seu corpo ao dele, beijando-lhe o pescoço:
- Aliás, não vamos mais falar sobre nada, que eu tenho uma coisa muito melhor para fazer com minha boca.Ela então o beijou, com paixão e sofreguidão, o fazendo se assustar mas ao mesmo tempo amar tudo aquilo.
A festa continuou animada madrugada adentro. Allayne e Chace não saiam da pista de dança, dançando uma música atrás da outra, com coreografias cada vez mais sexy's e ousadas, que faziam todos pararem para assistí-los. Trocavam beijos cada vez mais ardentes e se comunicavam através de olhares cada vez mais intensos.
Kássia e Kellan também arriscavam uns passinhos de dança, mas preferiam ficar mais isolados, trocando carícias cada vez mais envolventes e bebendo, porque afinal, festa sem alcóol não é festa. Os dois já estavam meio altos por causa das doses e mais doses de absolut que tinham tomado e um whisky uma vez ou outra.
Kássia se aproximou de Kellan e disse:
- Quero sair daqui. Me leva pra outro lugar?Um sorrisinho misterioso perpassou o rosto de Kellan antes dele falar:
- Te levarei para onde você quiser... - ele deu um beijinho no pescoço dela.
Ela fez cara de pensativa, como quem decide alguma coisa e disse:
- Que tal você me levar para onde você quiser?Opa! Aquilo era uma indireta? Acho que não, era direta mesmo!
- Só se for agora.Kássia mandou um torpedo rapidamente para Allayne avisando que elas se veriam só amanhã. Kellan e ela caminharam apressados até o estacionamento, ambos com ideias fervilhando na mente.

Boate Champion - 28 de agosto - 22h 43m

Kássia e Kellan estavam encostados no carro dele, no estacionamento da boate. Esperavam pelos amigos, e estavam se divertindo bastante
Eles se beijavam e Kássia já estava sentada no capô do carro, com as pernas abertas e Kellan estava no meio delas. As mãos dele estavam nas costas dela e as dela no rosto dele. Apesar das fantasias, eles deram um jeito de se acomodar para o amasso.
Chace estacionou o carro ali perto e enquanto ajudava Allayne a descer do carro, viu Kellan atracado com Kássia.

- Iiih, acho que chegamos em má hora.
- Melhor não interromper, senão ela me mata.Ele riu e fechou a porta do carro atrás dela. Aproximou então seu corpo do da loira e disse ao pé do ouvido dela.
- Sabe que eles me deram uma ideia...Percebendo aonde ele queria chegar, ela decidiu entrar na brincadeira
.- Sério? E eu posso saber que ideia é essa?- fazendo cara de desentendida.
Chace não respondeu, passou a mão nos cabelos dela e a beijou com volúpia, apertando-a contra si e fazendo-a sentir o quanto ele a desejava.

"Meu Deus, se ele já tá assim sem a gente ter feito nada, imagina quando fizermos..."
Mas lá no carro de Kellan, ele e Kássia pararam de se beijar, preocupados com os amigos e foi Kássia quem os viu se beijando.
Ela saiu caminhando decidida até Allayne

.- Ei, não vai atrapalhar...Mas ela nem lhe deu ouvidos, chegou perto dos dois, que de tão intretidos nem perceberam a chegada dela
.- ALLAYNE CAVALCANTTI GALLARDO VON GOTHARD!!!
A loira deu um pulo de susto e sem querer mordeu os lábios de Chace. Ela olhou para ele, pedindo desculpas em silêncio e depois disse, realmente irritada:
- Puts, você pirou?
 - Você me atrapalha, eu atrapalho também  E agora vamos logo pra festa
.Ela puxou Kellan pela mão e os dois foram caminhando em direção à entrada da boate. Chace e Allayne, ainda contrariados, os seguiram.
Eles chegaram na porta da boate e a recepcionista perguntou o nome deles.
Kellan Lutz e Chace Crawford e acompanhantes.
Eles receberam passe livre para entrarem e Allayne estava sorrindo meio sem noção, por isso Chace perguntou o que tinha acontecido.
Nada, só lembrei da forma como nos conhecemos.
Rindo, os quatro seguiram para a pista de dança, onde pessoas fantasiadas dos mais variados personagens desfilavam pra lá e pra cá. O DJ tocava hip-hop e as meninas já estavam empolgadas, mechendo ao corpo ao som da música.
Como a boate estava decorada com balões e fitas coloridas, Kássia logo perguntou:
É aniversário de alguém?
Sim, do Michael Copon.
Vocês ja trabalharam juntos?
Er... Não
O Lutz ja namorou a irmã dele. - Chace falou rindo.
Aaaaaaaaaaaah - ela suspirou.
O que foi?
Nada não... - disfarçando.
Haaaa, pelo menos ele não é uma pessoa rancorosa.

 Kássia comentou rindo.
Chace não se deu por convencido e ficou olhando desconfiado para a loira.
Para de me olhar assim e vem logo dançar comigo.
Ela sorriu para ele e lhe puxou pelo pulso até bem no centro da pista de dança, onde juntos eles começaram a dançar: 

Na suíte de Allayne, ela deu uma última olhada no espelho e foi atender quem a chamava na porta.
Ao abrir a porta, tomou um susto.
Chace estava incricrivelmente másculo, sexy e gostoso numa fantasia de Drácula. E ela estava linda e maravilhosa numa fantasia de pierrot
Chace deu um selinho nela e disse:
- Você está tão linda nessa fantasia que estou com medo de você querer terminar a noite com outra pessoa.- Pois é! Talvez eu faça isso mesmo... tenho medo de ser mordida pelo Conde Drácula!- Sabe como é, sangue é sexy.- Não sabia que você era assim tão masoquista.- Tem muita coisa sobre mim que você não sabe, mas ainda vai ter tempo para descobrir. Agora, vamos? O Lutz e a Kássia já devem estar chegando na festa...- Ok, vamos.

Hotel Royal - 28 de agosto - 21h 30m

As meninas estavam desesperadas se arrumando para a festa a fantasia. No dia anterior tinham ido até a loja de fantasias que Kellan tinha indicado e comprado fantasias sexy's e atraentes. Kássia ira de pirata e Allayne de pierrot.
As duas estavam correndo contra o relógio para terminar de se arrumar. Tudo precisava estar perfeito, o cabelo, as unhas, sombracelhas e principalmente a maquilagem. Os meninos já tinham ligado para avisar que passariam para pegá-las às 22h e agora faltando apenas meia hora para que eles chegassem, as duas estavam se maquilando.
Kássia pôs o chapéu e olhou para o relógio: 22h16m. Suspirou de alívio por Kellan ainda não ter chegado. No momento em que esse pensamento passou por sua cabeça, tocaram a campanhia.
Ela foi atender e se deparou com Kellan vestido de gladiador
"Oh Deus, ele está tão... sexy!""Ah, meu pai... ela quer me matar do coração, só pode"- Você está linda.
- Você também.- Vamos?- Mas e o Chace e a Ally?- Combinei de nos encontrarmos lá por que acho que ele parou na farmácia antes de vir pra cá.- Na farmácia?

- Sei lá, acho que foi isso...- Deve ter ido comprar camisinha...Rindo, os dois saíram do e rumaram para o carro de Kellan e de lá para a festa.